sábado, 26 de setembro de 2009

CONCURSO MISS AFRO CIDADE DE SÃO PAULO / 2010

CONCURSO MISS AFRO CIDADE DE SÃO PAULO / 2010
 
 
A Copa do Mundo na África do Sul em 2010, e no Brasil em 2014 será de grande importância para destacarmos a beleza afro descendente com muito mais entusiasmo como um dos principais atrativos do Brasil no segmento de turismo.
Mostrar o que a beleza afro étnica representa para o nosso país a nivel de grandeza e representatividade de marketing é uma das metas da Associação Nacional do Turismo Afro Brasileiro - ANTAB e da Expoafro Brazil Turismo e Eventos terão como diretriz á partir de Janeiro de 2.010.
 
E para se inciar esta tarefa, já estamos informando a todas lideranças de entidades representativas da comunidade negra do estado de São Paulo; empresas do setor de beleza; grupos organizados; cab eleireiros; artesãs capilares e coordenadores de eventos de beleza que em Março de 2010 será realizada a seletiva que elegerá a Miss Afro Cidade de São Paulo 2010.
 
Esta seletiva ocorrerá na Feira Internacional Hair Brasil e será feita de forma diferenciada onde o quesito principal será a estética plastica, postura e comunicação.
 
Poderão participar jovens de 17 á  28 anos que serão indicadas através de eleição em concursos municipais realizados com a participação da coordenação da ANTAB e da Expoafro Brazil que efetuarão a válidade do evento e confirmação de participação da vencedora no concurso da fase da capital.
 
As cidades que onde estarão ocorrendo as seletivas municipais serão inclusas no calendário de festas e manifestações culturais da Secretaria de Esportes, Turismo e Lazer - SET do Estado de São Paulo.
 
Em Julho todas as cidades participantes com suas vencedoras estarão participando do Salão Roteiros do Brasil, principal evento do setor de turismo nacional com o objetivo de apresentar as autoridades parlamentares do governo federal, estadual e municipal as referências de beleza que nosso estado possui e que poderão servir como produto de publicidade e propaganda para a promoção de São Paulo na Copa de 2014!
 
Em 1999, foi lançado pelo Presidente da Expoafro Brazil Turismo e da Associação Nacional de Turismo Afro Brasileiro - ANTAB, senhor Francisco Henrique Silvino o concurso oficial MISS AFRO DO ESTADO DE SÃO PAULO, conforme a Lei 0646/1999 o concurso esta no calendáriode eventos da Secretaria de Turismo de Esportes e Turismo
 
Conheça o documento oficial da Assembléia Legislativa de São Paulo:-
 
Documento  Indicação   (não existe documento)
No Legislativo  0646 / 1999
Ementa  Indica ao Governador colocar no calendário de eventos da Secretaria de Estado de Esportes e Turismo o concurso de "Miss Afro do Estado de São Paulo".
Regime  Tramitação Ordinária
Indexação  CALENDÁRIO, CONCURSO, CONCURSO MISS AFRO DO ESTADO DE SÃO, EVENTO, MISS AFRO DO ESTADO DE SÃO PAULO(CO, SEC. ESPORTE E TURISMO
Autor(es)  Petterson Prado
 
Dentro das normas do concurso esta o destaque ao trabalho dos cabeleireiros afros e artesãs capilares, além do destaque aos municipios que tratam a questão da cultura afro brasileira de forma igualitária, sem qualquer distinção o forma de preconceito.
 
 
Veja alguns trabalhos que realizamos:-
http://www.trupeartemanha.com.br/missafro/contato.htm
 
http://www.flogao.com.br/rickjunior/foto/31/30680866
 
http://www.netinhodepaula.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=34:netinho-de-paula-representa-a-camara-municipal-em-evento-fora-de-sao-paulo&catid=25:netinho-na-camara&Itemid=54
 
http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/menuitem.4b8fb127603fa4af58783210850041ca/?vgnextoid=f6b3657e439f7110VgnVCM100000590014acRCRD&id=41f4aca4c4971210VgnVCM100000600014ac____
 
 
Os interessados em realizarseletivas municipais ou indicar candidatas para representar seus municipios, entidades representativas ou sociais, devem entram em contato através do e-mail:- expoafrobrazil@gmail.com
 
Informações (11) 87191-6788,  (19) 9685-5641 falar com Henrique

Filho de pai polonês e mãe negra, Leminski amou a linguagem

sexta-feira, 25 de setembro de 2009, 09:58 | Online

Filho de pai polonês e mãe negra, Leminski amou a linguagem

'Nunca estive muito interessado em envelhecer, eu que sempre amei a juventude', escreveu no fim da vida

Jotabê Medeiros, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Paulo Leminski consumiu-se velozmente em sua trajetória, confundindo às vezes sua vida e sua obra. "De colchão em colchão/descubro - minha casa é no chão", escreveu, num haicai melancólico sobre sua derradeira condição, a de alcoólatra em queda vertiginosa.

Nascido em 24 de agosto de 1944, em Curitiba (PR), filho de pai polonês e mãe negra, foi um erudito com alma de boêmio. Começou cedo: em 1964, teve poemas publicados na revista de poesia concreta Invenção. De 1970 a 1989, trabalhou como publicitário, professor de cursinho, jornalista, tradutor.

Compositor, teve canções gravadas por Caetano Veloso e pela banda A Cor do Som, além de uma dezena de parceiros. Em 1975 publicou o romance experimental Catatau e foi tradutor de obras de James Joyce, John Lennon, Samuel Beckett, Alfred Jarry, além de haicais de Bashô. Colaborou com o jornal Folha de S. Paulo e com a revista Veja.

Leminski passou a vida dedicado à poesia e à escrita. Aprendeu diversas línguas, segundo dizia, para se tornar um poeta cada vez melhor. Morreu no dia 7 de junho de 1989, em sua terra natal. Até hoje, a sua obra influencia jovens poetas e todos os movimentos poéticos dos últimos 20 anos. Seu livro Metaformose ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia, em 1995. Em 2001, o poema Sintonia para Pressa e Presságio foi selecionado por Ítalo Moriconi e incluído no livro Os Cem Melhores Poemas Brasileiros do Século.

Leminski teve um fim melancólico. Morreu aos 44 anos de cirrose. Cheio de energia e vitalidade no seu auge, era evitado até por antigos amigos no final. "Pariso/ Novayorquiso, Moscoviteio/ Sem sair do bar./ Só não levanto e vou embora/ Porque tem países/ Que eu nem chego a madagascar." Num bilhete deixado para os posteriores, falou de seu sentimento em relação a esse desapego ao mundo. "Nunca estive muito interessado em envelhecer, eu que sempre amei a juventude."


http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,filho-de-pai-polones-e-mae-negra-leminski-amou-a-linguagem,440818,0.htm



Ivan Lessa: Morenos, negros e pardos

sexta-feira, 25 de setembro de 2009, 05:48 | Online

Ivan Lessa: Morenos, negros e pardos

Colunista comenta novos dados do IBGE e o aumento no número de 'pardos'.


Colunista da BBC Brasil - O IBGE vive se saindo com cada uma. Acompanho-o há anos, de longe, torcendo para saber o que anda tramando, ou desvendando.

Semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, para dar seu nome completo, divulgou uma porção de dados que me dão mais saudades do Brasil do que água de coco ou pastel de queijo. De cara, o Instituto veio logo de alisamento japonês: cresce o número de pessoas que se declaram pardas.

Cresceu em 1,3 ponto percentual entre 2007 e 2008. É muito pardo. De repente, assim sem mais nem menos. No mesmo período foram registradas reduções nos índices de pessoas que se declaram pretas. Entre estas, houve uma queda de 0,7 ponto percentual. Não chega a ser um exagero, mas dá para abrir inquérito para saber que fim levaram.

Os que se afirmam brancos também decresceram. Uma queda de 0,8 ponto percentual. Os pardos estão comandando as ações. Com tudo e pouco prosas. Pretos (não é negro que se diz, hein, IBGE?) e brancos estão perdendo sua posição no ranking multicor nacional.

Pardo para mim quer dizer muito pouco. Me lembro de papel pardo, com que a gente fazia capa para proteger de nossas porcalhadas mesmo nossos cadernos de colégio. Era uma cor fosca que variava do amarelo ao marrom escuro, como quer o Houaiss, pai dos burros e das reformas ortográficas.

O Houaiss, ao listar acepções para "pardo" beira o politicamente incorreto. Ofensivo mesmo, eu diria. Diz que pardo é "um branco sujo, escurecido".

Quer dizer, me definiu o Vadeco, que batia bola com a gente no racha da rua Bolívar e na praia, ali em frente ao Posto 4 e meio. Vadeco era sobre o alourado e fedia às pampas. Era uma época em que o CC andava, marchava, corria, em moda. Waldico CC virou seu apelido. CC: Cheiro de Corpo.

Mais uma expressão que circulava até há pouco e que adaptamos do body odour americano, o BO, bolação da publicidade do sabonete Lifebuoy, na luta contra as indignidades oferecidas por nossos corpos, sempre em comum dependurados. Coisa dos anos 50, lançamento daUnilever, quero crer. Tem mais: o Lifebuoy não acabava com o CC coisíssima nenhuma. Limpar, para o bruto (era cor-de-rosa), já era uma luta.

Parda era a tez de pessoas (não sei qual o plural de tez) em noticiário policial. Tinha nota de falecimento ou agressão e lá vinha: "Fulano de Tal, aparentando uns 30 anos, tez parda...", Et cetera e tal. Pardo também era um tipo de arroz. Dele se retirava a casca, mas não se polia. Arroz pardo. Eu preferia branco e fofo.

Pardos eram os mulatos. Mulatos e mulatas. Pardos e pardas. Nunca, jamais, nos sambas e marchas. "O teu cabelo não nega, parda, porque és parda na cor..." Tentem cantar. Não dá mesmo. Confere? Pense numa outra musiquinha. Com parda no meio. Não tem. Não conheço uma única em nosso cancioneiro que tenha pardo no título, no meio, onde quiserem. Eram, repito, mulatos e mulatas.

Não entendo, pois, essa pontuação percentual a favor da designação "parda" ou "pardo". É negro mesmo. Ou preto, como prefere o IBGE. Tudo. Menos afro-brasileiro, espero ardentemente, dentro de minha pele morena e sob meus cabelos (já foram cãs) brancos. Teve uma época, aqui no Hemisfério Norte, em que eu também já fui pardo como vocês. Isso é uma história longa e chata e que hoje não estou com a menor vontade de contar.

Fonte: BBC Brasil -



http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,ivan-lessa-morenos-negros-e-pardos,440755,0.htm


“É como apagar incêndio com gasolina”

Ações do documento

“É como apagar incêndio com gasolina”

por Michelle Amaral da Silva última modificação 25/09/2009 11:46

Para dirigente do Movimento Negro Socialista, com pretenso motivo de combater o racismo, o Estatuto utiliza políticas que aprofundam a prática

Para dirigente do Movimento Negro Socialista, com pretenso motivo de combater o racismo, o Estatuto utiliza políticas que aprofundam a prática



25/09/2009


Michelle Amaral

da Redação


Ao contrário dos que defendem o Estatuto da Igualdade Racial como uma conquista para a população afrodescendente, o Movimento Negro Socialista (MNS) tece críticas à implementação da norma. O MNS foi criado em 2006 por militantes do movimento operário e popular que desde o ano 2000 haviam se manifestado contra o Estatuto, apresentado um ano antes pelo senador José Sarney. Em entrevista ao Brasil de Fato por e-mail, o coordenador do Movimento Negro Socialista, José Carlos Miranda, explica o posicionamento do movimento.


A que se deve o posicionamento contrário do MNS ao Estatuto da Igualdade Racial?

José Carlos Miranda: Em primeiro lugar, ressaltamos que o racismo existe, mas ele é fruto dos tortuosos caminhos em busca do lucro, é uma ideologia de dominação que como as outras opressões da sociedade de classes tem uma função objetiva de justificar uma exploração injustificável. Para nós, socialistas que se mantém fiéis à sua classe e à luta pelo socialismo, a divisão fundamental da sociedade é entre explorados e exploradores, entre latifundiários e sem terra, entre operários e burgueses, finalmente entre uma ínfima minoria que tudo tem e a imensa maioria que só tem sua força de trabalho e luta diariamente contra as desigualdades econômicas e sociais do sistema capitalista.


Com o pretenso motivo de combater o racismo, o estatuto cria as bases a partir de políticas para aprofundar o mesmo. É como apagar um incêndio com gasolina. A nova redação aprovada novamente na Câmara dos Deputados, diga-se de passagem por acordo, portanto sem a necessidade de votação nominal dos deputados, mantém um artigo que dá preferência para empresas que aplicarem a política de cotas raciais e tem relações comerciais com os órgãos públicos, ou seja, privilegia trabalhadores "negros" com a mesma condição social em lugar de outros "brancos". Essa lei só pode beneficiar os patrões, que contratando "negros" em detrimento de "brancos", que utilizando essa lei de "discriminação positiva", jogará trabalhadores contra trabalhadores e, seguramente, continuará explorando ainda mais a todos... Imagine os sindicatos discutindo as demissões, contratações, dissídios coletivos com imposição da "cota racial". Essa lei só aprofundará o racismo que existe, dividindo os trabalhadores, criando mais um obstáculo para a construção da unidade de todos os trabalhadores em defesa de suas reivindicações imediatas e históricas. Nós não podemos aceitar a racialização das relações sociais no Brasil, como acontece nos EUA.


A única dívida que podemos exigir são menos recursos para os banqueiros e mais recursos para os serviços públicos, vagas para todos e menos recursos para os tubarões do ensino.


A aprovação do Estatuto na Câmara foi comemorada por membros do movimento negro como uma conquista. Como o MNS avalia este contexto?

Infelizmente, a maioria dos chamados movimentos negros são verdadeiras ONG's com financiamento dos governos e ou fundações milionárias, verdadeiros aparelhos a serviço de uma política que distorce a história e uma pretensa luta contra o racismo. Na verdade, implementam uma política de divisão do povo trabalhador brasileiro em "negros" e "brancos". Esses movimentos sustentam uma tese romântica de uma "diáspora africana". Eles negam a luta de classes, inclusive seu desenvolvimento na própria Africa, que propiciou a captura e venda de africanos pelos próprios africanos, ou seja, existia uma elite, tanto na Africa quanto na América, que enriqueceu com o comércio de escravos tanto quanto os europeus que sustentavam o inicio da revolução industrial com a produção das "plantantions" nas Américas.


Esses movimentos desistiram de lutar por uma sociedade mais justa, igualitária e fraterna, que só pode ser uma sociedade com o controle democrático da classe operaria e de todo povo trabalhador sobre os grandes meios de produção, uma economia planificada baseada na propriedade social e nas necessidades da imensa maioria da humanidade, e não na busca do lucro.


Esses movimentos querem constituir uma elite fundamentada na cor da pele e que perpetuará o funil do "mais apto", do mais "adaptado", ou seja, das bases ideológicas que fundamentam as políticas capitalistas do individualismo e da competição. Eles desistiram de lutar pela igualdade e pelo socialismo.


Nesse sentido, quais são as propostas do movimento para a luta pelo fim da desigualdade racial?

Em primeiro lugar, travar um combate para enterrar de vez a crença que existem "raças humanas". A luta contra o racismo é uma luta de todos. O racismo é uma ideologia, como dissemos anteriormente com uma função objetiva, e foi fundamentado "cientificamente" durante um certo período e por isso é tão enraizado. O Brasil, pelo menos desde o princípio do século passado, nunca chegou a racializar as relações sociais, ele [o racismo] sempre ficou disfarçado, escondido. O sincretismo cultural e a miscigenação foi tão forte na nação brasileira que manteve essa tradição. Porém, ele [o racismo] existe e sempre aparece nos momentos de tensão social, em especial nos órgãos de repressão e na burocracia estatal e privada. Por isso, temos que continuar um combate cotidiano contra o racismo.


O racismo é crime, portanto, cadeia para os que cometem esse crime! É necessário que os governos tenham políticas públicas permanentes que ressaltem a igualdade de todos, ou seja, a igualdade de direitos.


Trabalho igual, salário igual! Aí está a chave da questão, quanto mais igualdade - o que só pode ser de fato realizado por meios materiais - melhor educação, saúde, saneamento básico, empregos, lazer, etc.


Um exemplo bem claro é a confecção do orçamento: no ano passado só com a desoneração fiscal do governo federal, que beneficiou principalmente os bancos e as multinacionais (que em plena crise obtiveram lucros astronômicos), poderia-se tranquilamente aumentar radicalmente o número de vagas no ensino superior nas universidades públicas e essa discussão de cotas raciais seria coisa do passado!


Nós poderíamos resumir que quanto mais igualdade de direitos, portanto de meios materiais, menos opressão, menos racismo.


Para nós a genial síntese "Racismo e capitalismo são faces da mesma moeda" continua sendo nosso norte orientador. A luta pela sobrevivência, a luta do povo trabalhador já é muito dolorosa para permitir que um mal maior se faça.


http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/entrevistas/201ce-como-apagar-incendio-com-gasolina201d


Danny Glover, en museo de La Ruta del Esclavo en Matanzas

La Habana, 22 de Septiembre de 2009

Danny Glover, en museo de La Ruta del Esclavo en Matanzas

Danny Glover, reconocido actor norteamericano, dijo sentirse emocionado y asaltado por innumerables recuerdos históricos , luego de recorrer las salas del museo de La Ruta del Esclavo, en esta ciudad.

El destacado activista por los derechos de los afroamericanos en los Estados Unidos, comentó a la prensa, a propósito del Día mundial por la Paz, la frase histórica de la luchadora mexicana Dolores Huerta, cuando expresaba todos somos africanos.

No sé si seré bueno para enviar al mundo un mensaje, pero sí recuerdo a esa mujer extraordinaria, que junto a César Chávez fundó el Sindicato Nacional de los Trabajadores del Campo Unido, cuando afirmaba que todos somos africanos, desde los más blancos hasta los más negros , dijo Glover.

Después de la visita por las salas que revelan la trata negrera en la Isla y siglos de esclavitud, el artista narró que hace unos meses estuvo en Ghana, en la costa desde donde se embarcaban, de manera inhumana, los esclavos hacia Cuba.

Aunque yo vengo de los Estados Unidos, la memoria histórica de la esclavitud vista desde esta experiencia me admite un sentido de pertenencia de este lugar, por tanto lo primero que me emociona estar aquí, y conocer de rebeliones y resistencia , agregó.

También elogió la actuación del conjunto folklórico Afrocuba, bajo la dirección del maestro Francisco Zamora (Minini) que, con danzas, toques y movimientos, trajeron a los muros del vetusto Castillo de San Severino los cantos de añoranzas y nostalgia de los negros traídos de África.

Glover se encuentra en Cuba junto a su coterráneo y colega Harry Belafonte y a James Early, prestigioso investigador del Instituto Cultural del museo nacional de Estados Unidos, Smithsonian e inauguraron el viernes último en La Habana la Casa del Cine del Caribe. (Cubadebate)



http://www.granma.cu/espanol/2009/septiembre/mar22/danny.html