quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Terreiro Ile Axé Oxumare - Salvador - Bahia - Babá Pecê D´Oxumarê

Casa de Oxumarehttp://www.casadeoxumare.com.br/galeria.html


O terreiro Ile Axé Oxumare foi fundado pelo Babalorixá Antonio de Oxumare, também conhecido como seu Antonio das Cobras, filho de santo de velhas africanas, sendo criado por tio Salacó, filho de Xangô e tio Talabi filho de Omolu. Citações bibliográficas indicam Antonio de Oxumare, ou Cobra Encantada como também era conhecido, fazendo parte de uma lista de Babalorixás/Pais de Santo de origem africana na Bahia a partir de 1875.

Há evidências, portanto que o Babalorixá Antonio de Oxumare tenha sido escravo ou viveu no período da escravidão.

Se esta suposição for confirmada o Axé Oxumare foi iniciado no século XIX e portanto alcançando atualmente a idade de 100 (cem) anos de fundação.

A fundamentação do terreiro foi feita pelos africanos Salacó e Talabi. Estes entregaram o Axé Oxumare para o senhor Antonio de Oxumare ajudando também na fundação de outros terreiros no interior da Bahia.

Originariamente o Axé Oxumare nasceu no bairro de Barris (nome este em função de que as pessoas buscavam água em barris na época). Hoje, está situado na Avenida Vasco da Gama 343, Bairro da Federação, antiga Mata Escura, Salvador, Bahia. A trasferência de sede deve-se ao fato de que o bairro de Barris começa a ter uma grande concentração da nobreza e de muçulmanos, impossibilitando assim a continuidade do axé. A data precisa da mudança de sede não se tem conhecimento, mas garante-se que Iyá Cotinha de Yewá, já fazia seus candomblés na atual sede.

Os restos mortais de tio Salacó e tio Talabi encontram-se enterrados atrás da igreja dos pretos na cidade de Cachoeira de São Félix, interior da Bahia.

Pelo estatuto e registro, a Casa de Oxumare tem origem em 1930 e foi reativada em março de 1988. É civilmente denominada Sociedade Cultural, Religiosa e Beneficente São Salvador. Como herdeira do babalorixá antonio de oxumare, assume sua Filha de santo a Iyalorixá Cotinha de Yewá cujo nome civil era Maria das Mercês e que comanda o Axé Oxumarê até 1947.

Por escolha dos Orixás, assume como sucessora de Cotinha de Yewá, a Iyalorixá Francelina do Ogun sua filha de santo até 1954.

Simpliciana da Encarnação ou Simplícia de Ogun como era conhecida recebe o Axé Oxumare das mãos de sua irmã de santo Francelina de Ogun ainda em vida.

Iyá Simplícia de Ogun com muita dignidade conduziu este legado de 1954 até 1967, até seu falecimento.

Na linhagem sucessória foi indicada dona Miudinha de Oxum que por motivos pessoais não assume o cargo.

A Casa de Oxumare fica sem atividades de 1967 a 1974.

Após 1974, a egbomy Nilzete de Iemanjá, filha biológica de Iyá Simplícia do Ogun, também escolhida pelos Orixás e por toda família Oxumare ao cargo de Iyalorixá, assume e reabre as funções da Casa de Oxumare até 1990 com grande descortino e sensibilidade, quando veio a falecer em 30.03.1990.

Com a morte da Iyalorixá Nilzete de Yemanjá, toma posse no comando da Casa de Oxumare o Babalorixá Pece de Oxumare seu filho biológico e irmão de santo, em 1990 até o presente dia.

A consangüinidade na sucessão da Casa de Oxumarê está estabelecida a partir da Iyalorixá Simplícia de Ogun .

Oficial e legalmente a Casa de Oxumarê foi regulamentada no dia 10 de setembro de 1988, quando deliberado seu estatuto, que está atualmente em vigor.

A lei municipal n. 4.159/90 dá a Casa de Oxumare o título de Utilidade Pública, sancionada pelo Poder Público Municipal Soteropolitano/Salvador. Recentemente a Lei Estadual 8.297 de 30 / 07 / 2002 declara de Utilidade Pública a Casa de Oxumare, lei esta promulgada pela Presidência da Assembléia Legislativa do Estado da Bahia.

Fundacao Paulmares

Apoios oferecidos pela Prefeitura Municipal de Salvador:

  • Reforma do telhado do barracão - gestão da Prefeita Lidice da Mata;
  • Escadarias e contenções - gestão do Prefeito Fernando Wilson Magalhães;










Batidão liberado: Alerj aprova as Leis do Funk

Batidão liberado: Alerj aprova as Leis do Funk
Deputados põem fim a restrições a bailes e a raves, que precisavam de autorização da polícia

Rio - Com as galerias da Assembleia Legislativa lotadas, os deputados aprovaram ontem à noite, por unanimidade, as leis que definem o funk como movimento da cultura popular e permitem a realização de bailes nas favelas do estado sem prévia autorização da Secretaria Estadual de Segurança. A permissão também vale para festas rave. Os textos seguem agora para sanção do governador Sérgio Cabral, que tem 15 dias para dar o seu parecer.


“Não há dúvida de que são as maiores conquistas da História do batidão. Somos agentes culturais, e não marginais”, desabafa MC Leonardo, 34 anos, presidente da Associação de Profissionais e Amigos do Funk (Apafunk). Os deputados Marcelo Freixo (PSOL) e Wagner Montes (PDT), autores do projeto que torna o funk movimento popular, esperam que o governo assegure as manifestações, como festas, bailes e reuniões, sem interferência ou regras discriminatórias.

Assim que terminou a votação, 300 pessoas saíram em carreata até o Circo Voador, na Lapa, ao som de funk, para comemorar. “Essa Casa corrigiu um erro, graças à população, à massa funkeira”, afirmou Freixo, que, com o deputado Paulo Melo, assinou o projeto da revogação das restrições.

“O samba sofreu a mesma discriminação no século passado, quando era tido como música de vagabundo”, comparou Jorge Pigmeu, produtor musical. “Criminoso cria crime, funkeiro cria música. Não somos criminosos”, definiu. Segundo ele, há meses em que organiza até 100 eventos. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, o funk movimenta por mês R$ 10,6 milhões no Grande Rio, gerando 10 mil empregos.


http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/9/batidao_liberado_alerj_aprova_as_leis_do_funk_32767.html

Batidão liberado: Alerj aprova as Leis do Funk
Deputados põem fim a restrições a bailes e a raves, que precisavam de autorização da polícia

Rio - Com as galerias da Assembleia Legislativa lotadas, os deputados aprovaram ontem à noite, por unanimidade, as leis que definem o funk como movimento da cultura popular e permitem a realização de bailes nas favelas do estado sem prévia autorização da Secretaria Estadual de Segurança. A permissão também vale para festas rave. Os textos seguem agora para sanção do governador Sérgio Cabral, que tem 15 dias para dar o seu parecer.
Foto: André Mourão / Agência O DIA
Foto: André Mourão / Agência O DIA

“Não há dúvida de que são as maiores conquistas da História do batidão. Somos agentes culturais, e não marginais”, desabafa MC Leonardo, 34 anos, presidente da Associação de Profissionais e Amigos do Funk (Apafunk). Os deputados Marcelo Freixo (PSOL) e Wagner Montes (PDT), autores do projeto que torna o funk movimento popular, esperam que o governo assegure as manifestações, como festas, bailes e reuniões, sem interferência ou regras discriminatórias.

Assim que terminou a votação, 300 pessoas saíram em carreata até o Circo Voador, na Lapa, ao som de funk, para comemorar. “Essa Casa corrigiu um erro, graças à população, à massa funkeira”, afirmou Freixo, que, com o deputado Paulo Melo, assinou o projeto da revogação das restrições.

“O samba sofreu a mesma discriminação no século passado, quando era tido como música de vagabundo”, comparou Jorge Pigmeu, produtor musical. “Criminoso cria crime, funkeiro cria música. Não somos criminosos”, definiu. Segundo ele, há meses em que organiza até 100 eventos. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, o funk movimenta por mês R$ 10,6 milhões no Grande Rio, gerando 10 mil empregos.

Ministro Menezes Direito é sepultado no Rio de Janeiro

Notícias STF
Terça-feira, 01 de Setembro de 2009
Ministro Menezes Direito é sepultado no Rio de Janeiro

Às 17h07 desta terça-feira (01) foi sepultado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Emocionados, familiares e amigos do ministro se despediram junto ao jazigo da família. Com uma salva de palmas, sem discursos, deram adeus com a discrição que sempre permeou a conduta de Menezes Direito ao longo de sua vida.

Ministros do STF passaram o dia no velório de Menezes Direito. Entre eles, o ministro Joaquim Barbosa, que definiu o colega como “um grande amigo” que conheceu muito tempo antes da sua chegada ao STF. “Intelectual de altíssimo gabarito conheci-o inicialmente no mundo acadêmico e, posteriormente, tive o privilégio de conviver com ele por quase dois anos no STF”, afirmou.

Barbosa ainda acrescentou que Menezes Direito foi “um grande humanista, um grande profissional do Direito, excelente pai, excelente esposo e um grande amigo”.

Seu outro colega no STF, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou que o ministro Menezes Direito “dificilmente poderá ser substituído”. Para ele, foi uma “perda enorme, irreparável para o Supremo Tribunal Federal. Um grande juiz, um grande amigo, um grande companheiro. Um homem culto que enriquecia os debates”, disse.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareceu ao velório bem como o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito da cidade, Eduardo Paes, cujo pai foi amigo do ministro Menezes Direito.

“Um grande brasileiro e especialmente um grande carioca. Era um amigo pessoal, o ministro Menezes Direito era amigo de infância do meu pai, ele me viu nascer, era amigo da família toda. Então, acho que perdemos um grande amigo, um grande brasileiro e especialmente um grande carioca”, afirmou Eduardo Paes.

O ministro Menezes Direito era natural de Belém, no Pará, mas adotou a cidade do Rio de Janeiro desde muito jovem, ali fincando raízes familiares, afetivas e profissionais.

CM/EH



http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=112705&tip=UN

IBGE apresenta inovações do Censo Demográfico 2010

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentará, nesta terça-feira, 1º de setembro, as inovações do XII Censo Demográfico, cuja operação de coleta terá início em 1º de agosto de 2010, em todos os domicílios do país. O Censo oferecerá um retrato atual da população brasileira e das suas características sócio-econômicas e, ao mesmo tempo, servirá de base para o planejamento público e privado da próxima década. Atendendo a demandas da sociedade por informações e a recomendações internacionais, o questionário do Censo 2010 trará novas perguntas. O Censo 2010 será, também, a primeira pesquisa desse porte totalmente informatizada, com a realização das entrevistas em computadores de mão equipados com receptores GPS e mapas digitalizados. O Censo 2010 envolverá o trabalho de cerca de 230 mil agentes censitários e recenseadores. Eles visitarão aproximadamente 58 milhões de domicílios, em 5.565 municípios, para conhecer os mais de 190 milhões de brasileiros, naquela que é a fotografia mais nítida da população brasileira. O orçamento previsto é da ordem de R$ 1,4 bilhão. Neste mesmo dia começa, em Rio Claro (SP), o Censo Experimental - último teste para a realização do Censo 2010. A cidade, de 191.886 habitantes, terá todos seus domicílios recenseados até novembro deste ano.

O questionário Básico do Censo 2010, com 16 perguntas, será aplicado em todos os domicílios brasileiros. O questionário da Amostra, com 81 perguntas, será respondido por uma parte da população. Integram o questionário Básico perguntas sobre as características dos moradores (sexo, idade, cor ou raça, educação, rendimento) e características dos domicílios (abastecimento de água, esgotamento sanitário, existência de energia elétrica, destino do lixo). No Censo 2010, o questionário básico traz perguntas sobre emigração internacional, posse de registro de nascimento, etnia e língua indígena.

Já o questionário da Amostra, que será respondido por apenas uma parte da população, tem perguntas mais abrangentes sobre características dos domicílios (material predominante nas paredes externas e no piso, existência de microcomputador com acesso à Internet, existência de automóveis para uso particular) e dos moradores (religião, deficiência física ou mental/intelectual permanente, migração, frequência a cursos de pós-graduação, estado civil, tempo de deslocamento da casa até o trabalho, fecundidade, entre outras).

A definição dos questionários do Censo 2010 resultou de mais de 9 mil consultas a usuários das informações do IBGE - como órgãos de governo, pesquisadores e organizações da iniciativa privada – além de diversos fóruns de discussão. O Instituto também criou uma página na Internet para receber sugestões sobre o conteúdo dos dois questionários.

A Base Territorial (Base Cartográfica do Censo), agora digitalizada, terá Cadastro de Endereços para Fins Estatísticos atualizado

A Base Territorial para o Censo 2010 integrará os mapas urbanos e rurais e dividirá o país em cerca de 280 mil setores censitários. Para cada setor, será designado um recenseador que visitará os domicílios e entrevistará os moradores. Dentro dos aperfeiçoamentos para o próximo Censo, o IBGE está migrando a Base Territorial e o Cadastro de Endereços para um ambiente gráfico estruturado em bancos de dados geoespaciais.

Elaborado a partir dos registros de unidades recenseadas no Censo Demográfico 2000 e da Contagem da População, em 2007, o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos – CNEFE está sendo associado aos mapas digitais e, posteriormente, será incluído no computador de mão do recenseador, para melhor orientá-lo no percurso que deverá fazer durante o seu trabalho de campo.

A partir de março de 2010, os mapas das áreas urbanas serão conferidos durante a chamada “Pré-Coleta”, que será realizada pelos cerca de 24 mil supervisores contratados para o Censo. Esses mapas permitirão ao recenseador se orientar pelas ruas do seu setor censitário, ao observar em seu computador de mão, equipado com GPS, todo o percurso que deverá realizar. A incorporação do Cadastro de Endereços permitirá ao IBGE realizar novas pesquisas pela Internet.

Além de PDAs, equipes trabalharão com netbooks

Além dos aparelhos PDA (Personal Digital Assistant) já utilizados na Contagem da População e no Censo Agropecuário em 2007, as equipes do Censo 2010 trabalharão com netbooks (notebook pequenos). Serão cerca de 70 mil PDAs, equipados com receptores de GPS, e 150 mil netbooks, integrados a uma rede de comunicação em banda larga para a transmissão de dados. Após a realização do Censo, o IBGE pretende doar 140 mil destes aparelhos ao Ministério da Educação, para uso pelos professores das redes públicas de ensino fundamental e médio. No Censo 2010, parte da população terá a opção de responder ao questionário pela Internet. Para isso, será necessário que o domicílio receba do recenseador do IBGE as devidas instruções e o respectivo código de acesso.

A aquisição dos equipamentos, assim como a contratação de pessoal, está prevista no Orçamento do Censo 2010. Para a realização deste trabalho, que permite a produção dos dados mais completos da população brasileira e durante o qual são percorridos os mais de oito milhões de Km2 do território nacional, estão previstos gastos de R$ 1,4 bilhão. Tal valor contempla as atividades referentes à operação entre 2008 a 2011.

Estima-se que um milhão de pessoas vão se candidatar a trabalhar no Censo 2010

A realização do Censo 2010 demanda um grande processo de seleção de pessoal, que ocorrerá em várias etapas: há profissionais que trabalham no planejamento, na logística, e na operação de coleta. No total, cerca de 230 mil profissionais serão contratados pelo IBGE, em regime temporário, para o Censo 2010.

Serão dois Processos Seletivos Simplificados: no dia 21 de setembro de 2009 serão abertas as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado que selecionará 33.012 Agentes Censitários Municipais (ACM); Agentes Censitários Supervisores (ACS), Agentes Censitários de informática (ACI), Agentes Censitários Regionais (ACR) e Agentes Censitários Administrativos (ACA). O outro Processo Seletivo, para a contratação de cerca de 190 mil recenseadores, será realizado, em 2010, em todos os municípios do país e o IBGE estima que um milhão de candidatos concorram a essas vagas. As inscrições para este processo serão realizadas a partir da 1ª quinzena de março. A prova será realizada em maio, o treinamento dos recenseadores está previsto para julho de 2010 e o início do trabalho é 1º de agosto.

Abaixo, o quadro de pessoal que será selecionado em dois Processos Seletivos Simplificados:

O IBGE conversa com cada município do país

Representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário dos estados e municípios, além de instituições da sociedade civil, poderão acompanhar e auxiliar as atividades do Censo 2010 através das Comissões Censitárias Estaduais (CCE) e das Comissões Municipais de Geografia e Estatística (CMGE), que foram instaladas de maio a agosto deste ano, em todas as 27 unidades da federação e em todas as cidades brasileiras. As comissões funcionam como um canal de comunicação entre o IBGE e a sociedade, e participarão de todo o processo de realização do Censo 2010.

As Comissões Municipais (CMGEs) permitirão à sociedade acompanhar as atividades do Censo 2010, ampliando a participação social no planejamento, execução e disseminação dos estudos, levantamentos, mapeamentos e pesquisas do IBGE. Durante a etapa de planejamento do Censo, os membros das CMGE conhecerão os Mapas usados pelo IBGE para localizar todos os distritos e localidades pertencentes a cada município, segundo a legislação municipal vigente. Além disso, poderão avaliar a qualidade do trabalho dos recenseadores e dar transparência à cobertura territorial correta de cada localidade. Ao final, as CMGEs poderão conhecer os resultados provisórios, antes mesmo de sua divulgação. O IBGE manterá tais comissões após a realização do Censo, para estar em contato permanente com os municípios brasileiros.

Censo experimental de Rio Claro testará as novidades do Censo 2010

Reproduzindo as condições reais da coleta de dados do Censo, 219 agentes censitários e recenseadores percorrerão todos os domicílios de Rio Claro (SP) para entrevistar a população do município. Estes profissionais, que passaram por processo seletivo e receberam treinamento do IBGE, terão apoio dos técnicos da Agência do IBGE em Rio Claro – cidade escolhida por possuir uma economia diversificada (agropecuária, indústria, comércio e serviços) e dispor de ensino superior, fatores que permitem ao IBGE testar os questionários em temas que se referem ao trabalho, rendimento e educação. De acordo com o Censo 2000, a população de Rio Claro era de 168.218 habitantes, 82.232 homens e 85.986 mulheres, que moravam em 48.293 domicílios (47.005 em área urbana e 1.288 em rural), em 498,7 Km2 de território.

O ensaio final para o Censo 2010 será acompanhado por um grupo de observadores internacionais, além de representantes do IBGE das 27 unidades da federação, que poderão assistir ao trabalho dos recenseadores e identificar possíveis problemas e dificuldades. O IBGE espera contar com a colaboração da população no bom atendimento aos seus recenseadores, que poderão ser identificados através de coletes e crachás. O telefone 0800 721 8181 estará à disposição dos cidadãos para qualquer esclarecimento, inclusive sobre a confirmação do nome e da identidade dos recenseadores. Outras informações sobre o Censo podem ser acessadas no endereço na internet http://www.ibge.gov.br/censo2010.

Comunicação Social
01 de setembro de 2009