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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Carlos Dafé convidou voc"e para o evento 'CARLOS DAFÉ' em CARLOS DAFÉ
Postado por LUIZ FERNANDO MARTINS DA SILVA às 10:00 0 comentários
Marcadores: Eventos
sábado, 5 de setembro de 2009
Pelo fim do racismo
Pelo fim do racismo
O Brasil acabou com a escravidão há 121 anos. Os descendentes dos escravos, porém, não são livres social e economicamente: o racismo é o obstáculo. Velado, “cordial” ou odioso, ele persiste mesmo sendo um crime. É urgente pôr fim a esse sentimento selvagem que impede o avanço do país e da humanidade – como mostram as vozes de brasileiros e estrangeiros neste manifesto
Vera Gudin

"Sou capaz de relatar a ladainha usual de pequenos insultos que me foram direcionados ao longo de meus 45 anos: seguranças me seguindo quando entro em lojas de departamento, casais brancos que me jogam a chave de seus carros quando estou esperando pelo valet, carros de polícia que me param por nenhuma razão aparente... Conheço o gosto amargo da raiva ao engoli-la a seco"
BARACK OBAMA, PRESIDENTE AMERICANO, NA AUTOBIOGRAFIA A AUDÁCIA DA ESPERANÇA (ED. LAROUSSE, 2007)
"Não importa se a pessoa é branca, preta, rosa. O racismo é irracional, impede a evolução. É uma estupidez que se aprende em casa"
DAIANE DOS SANTOS, GINASTA
"A crítica ao patriarcalismo, feita pelo feminismo, conseguiu de alguma maneira promover um processo de emancipação das mulheres. À medida que se abrem possibilidades para mulheres, são as brancas as privilegiadas. Quando se trata de negras ou indígenas, o processo de emancipação fica muito prejudicado, porque o racismo opera para brecar a autonomia delas"
SUELI CARNEIRO, ATIVISTA DO GELEDÉS INSTITUTO DA MULHER NEGRA
"Rosa Parks sentou-se para que Martin Luther King pudesse andar. Luther King andou para que Obama pudesse correr. Obama está correndo para que nós possamos voar"
JAY-Z, RAPPER AMERICANO
"Meus pés estavam doendo e me recusei a levantar. Mas a verdadeira razão foi que senti que tinha o direito de ser tratada de forma igual a qualquer outro passageiro. Nós já havíamos suportado aquele tratamento tempo demais"
ROSA PARKS EXPLICANDO POR QUE DESAFIOU A LEI DE SEGREGAÇÃO E SE RECUSOU, EM 1955, A CEDER SEU LUGAR NO ÔNIBUS A UM BRANCO. PRESA, TORNOU-SE SÍMBOLO DA LUTA PELOS DIREITOS DOS NEGROS AMERICANOS. MORREU EM 2005
![]() | "É ótimo ter a primeira heroína negra, Taís Araújo, na novela das 9. Seria mais maravilhoso ainda se não fosse notícia. O fato de ser notícia revela o nosso estágio no combate ao racismo: ainda estamos engatinhando" |
http://claudia.abril.com.br/materias/3820/?pagina1&sh=31&cnl=31
Postado por LUIZ FERNANDO MARTINS DA SILVA às 15:07 0 comentários
Marcadores: Notícias
SEMINÁRIO:Mídia e Ação Afirmativa: A Construção de uma Opinião Pública
SEMINÁRIO:
Mídia e Ação Afirmativa: A Construção de uma Opinião Pública
Programa:
Dia 9 de setembro - quarta-feira
13h00 - Abertura
Dr. André Fontes - Desembargador Federal ...
Carlos Alberto Medeiros - Coordenador da CEPIR
14h30 - Coffee break
15h00 - 16h:30 - Painel I, Debates e Encerramento
Acadêmicos contra a ação afirmativa: uma análise da argumentação pública
João Feres Júnior
Mídia e Ação afirmativa
Julio Tavares
Dia 10 de setembro - quinta-feira
13h00 - Painel II
A revista Veja no debate das cotas
Verônica Toste Daflon
Intelectuais e ação afirmativa no Globo
Luiz Augusto Campos
14h30 - Coffee break
15h00 - 16h:30 - Paine III, Debates e Encerramento
A constitucionalidade das políticas de ação afirmativa: critérios adotados pela jurisprudência brasileira
Cláudio Pereira S. Neto
Considerações sobre Mídia & Direito no Brasil
Luiz Fernando Martins da Silva
Local: Centro Cultural Justiça Federal
Endereço: Av. Rio Branco, n. 241, Centro (Saída Pedro Lessa da estação Cinelândia do METRÔ)
Informações: 3261-2550. Inscrições: no local, na hora do evento
Organização: AJUFE, AJUFERJES, GEMAA, IUPERJ, SEPPIR, CEPIR, COMDEDINE
Postado por LUIZ FERNANDO MARTINS DA SILVA às 11:33 0 comentários
Marcadores: Discriminação, Eventos, Notícias, Seminários
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Justiça do DF condena jovem acusado de racismo na internet
03/09/09 - 16h37 - Atualizado em 03/09/09 - 19h52
Justiça do DF condena jovem acusado de racismo na internet
Marcelo Mello escreveu mensagens preconceituosas no Orkut, diz MP.
Condenado a mais de 1 ano de reclusão, ele vai cumprir pena alternativa.
Diego Abreu Do G1, em Brasília
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) condenou nesta quinta-feira (3) um jovem acusado de cometer racismo na internet a um ano e dois meses de reclusão em regime aberto. A condenação imposta pela Segunda Turma Criminal, no entanto, será ser convertida em penas alternativas, a serem decididas pelo juiz da Vara de Execuções Penais do DF.
O caso foi denunciado ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por um internauta paulista. O órgão investigou o acusado, Marcelo Valle Silveira Mello, de 23 anos, morador de Brasília, e constatou que se tratava de um caso de racismo.
Em agosto de 2005, o MPSP enviou o inquérito para o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que, no mês seguinte, apresentou denúncia à Justiça contra o jovem. Na época dos fatos, o acusado tinha 19 anos. Ele chegou a afirmar, em depoimento, que parte dos fatos narrados da audiência eram verdadeiros.
Em 1ª instância, a 6ª Vara Criminal de Brasília havia absolvido Mello da acusação de crime racial. O caso, porém, voltou a ser julgado nesta tarde porque o MPDFT recorreu contra a decisão inicial.
De acordo com o processo, Marcelo Mello teria escrito, no site de relacionamentos Orkut, palavras preconceituosas contra negros e afrodescendentes. As mensagens teriam sido postadas em um grupo de discussões criado por alunos da Universidade de Brasília (UnB) para debater as cotas raciais.
Segundo a denúncia, o jovem usou termos como “burros”, “macacos subdesenvolvidos”, “malandros”, “sujos” e “pobres” para ofender negros e afrodescendentes. Na época dos fatos, o Ministério Público apreendeu computadores usados por Mello, com autorização da Justiça, e colheu as provas que apontaram o crime de racismo.
Defesa
A defesa do jovem alegou que ele fazia tratamento psicoterápico, sendo usuário de medicamento controlado. Argumentou ainda que Mello foi criado sem a presença do pai, pela mãe que é portadora de distúrbio psiquiátrico. Os advogados também apresentaram laudo, que teria concluído que o denunciado sofre de transtorno de personalidade emocionalmente instável.
Ainda segundo a defesa, a crítica era dirigida ao sistema de cotas por critérios de raças ou etnias, e que ele estava apenas manifestando sua verdadeira opinião sobre o sistema, já que defendia cotas por "renda" e não por "raça".
Os argumentos, no entanto, não convenceram o relator do processo, desembargador Roberval Belinati, para quem a prática de racismo constitui crime inafiançável e imprescritível. “Dessa forma, caso uma manifestação seja racista, não há que se falar em liberdade de expressão, uma vez que esta conduta é criminosa, apta, portanto, a ensejar a responsabilização criminal do autor”, destacou o relator.
Belinati, no entanto, tratou o jovem como um réu “semi-imputável” – aquele capaz de entender o caráter ilícito do fato que praticou, mas não inteiramente capaz de determinar-se de acordo com esse entendimento. Assim, o desembargador entendeu que o acusado poderia responder pelo crime, mas com pena reduzida de um a dois terços. Todos os demais membros da Segunda Turma acompanharam o voto do relator.
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1291655-5598,00-JUSTICA+DO+DF+CONDENA+JOVEM+ACUSADO+DE+RACISMO+NA+INTERNET.html
Postado por LUIZ FERNANDO MARTINS DA SILVA às 22:21 0 comentários
Marcadores: Discriminação, Notícias
Babá Pece de Oxumare
Foto do Babalorixá
Biografia
Babá Pece de Oxumare
Sivanilton da Encarnação da Mata, nascido em 30.08.1964 e filho biológico da Iyalorixá Nilzete de Yemanjá.conhecido como Pece, apelido carinhoso dado por sua avó materna a Iyalorixá Simplícia de Ogun.
Iniciado pelo Babalorixá Nezinho de Ogun - Ogun Tobé, em 15 de dezembro de 1965, quando tinha apenas um ano de idade.
Assume o comando da Casa de Oxumarê em 1990, logo após a morte de sua mãe e Irmã de santo a Iyalorixá Nilzete de Yemanjá. É integrante da Polícia Militar do Estado da Bahia, aonde atua até hoje. Foi coordenador estadual do INTECAB da Bahia.
Tem diretrizes definidas em sua gestão, realizando projetos sociais e também estando aberto para negociações com o empresariado garantindo o crescimento da comunidade afro-descendente.
Assumiu a vida espiritual de Babalorixás e Iyalorixás em todo o brasil.
Entre eles podemos citar:
- Edson Ribeiro Mandarino - Kaobakessy, o primeiro a ser integralmente assumido em são paulo. Conta-se que Babá Pece de Oxumarê recebeu a determinação da Iyalorixá Nilzete de Yemanjá em seu leito de morte de arreiar as obrigações a Xangô. As obrigações aconteceram em 1990.
- Gerson de Odé em 1990 em Belo Horizonte, Minas Gerais;
- Luiz Carlos de Oxossi - Caty, em 1991 , em São Paulo;
- Juni de Yemanjá em 1991 em Belo Horizonte, Minas Gerais;
- Flavio de Yansan, em 1996, em São Paulo;
- Ricardo de Omolu, em 1996, no Rio de Janiero;
- Haroldo de Oxalá, em 1999, em Curitiba, Paraná;
- Washington de Ogun, em 1999, no Rio de Janeiro;
- Jorge de Logun Edé em 2000, Vitória da Conquista, Bahia;
- Entre outros.
http://www.casadeoxumare.com.br/galeria.html
Postado por LUIZ FERNANDO MARTINS DA SILVA às 12:48 0 comentários
Marcadores: Religião


